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23/3/2010 - 23h19m |
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 Alunos da Metodista mineira promovem cultura do Haiti
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O haitiano Evens Baptiste, aluno do 3º período de Engenharia de Produção no Instituto Metodista Izabela Hendrix, diz que sua motivação para estudar só aumentou após a tragédia que se abateu sobre seu país com o terremoto de 12 de janeiro. “Estou estudando para ajudar o meu país e, para isso, vou usar o que estou aprendendo. Este é o meu objetivo principal: participar da reconstrução do Haiti”. Reginal Exavier, aluno do 2º período de Engenharia Ambiental da mesma instituição, também está disposto a trabalhar duro pelo seu país com os conhecimentos adquiridos no Brasil: “Quero usar o que eu aprendo aqui de maneira a ajudar no desenvolvimento do meu país. Foi muito duro pra mim o que aconteceu lá, mas a gente tem que aceitar. Isso também dá um motivo para estudar mais, porque o país agora precisa mais de ajuda do que antes”. Outro que está se preparando pra retornar ao seu país é Jonathan Dorvelus, aluno do 5º período de Nutrição. Ele diz: “Depois de me formar, quero montar uma empresa para ajudar o povo. Gosto do reaproveitamento dos alimentos e quero ensinar as pessoas o que fazer com a sobra de comida. O Haiti, que já estava num processo de reconstrução, agora terá que começar tudo de novo”.
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5/2/2010 - 17h42m |
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 Morreu Tia Tabita, diretora do seminário Betel, no Rio: serva de oração, do ensino teológico e da ação social
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Chegou o dia de um encontro esperado com confiança por Tabita Kraule Pinto, reitora emérita do Seminário Teológico Betel (Rio de Janeiro, RJ). Após meses de tratamento de saúde, com quase 88, que completaria dia 26 de maio, Tabita está com Jesus a partir de hoje, dia 5 de fevereiro de 2010, a viúva do pastor batista José de Miranda Pinto, fundador do Seminário Betel. Tabita nasceu em Riga, capital da Letônia, nos Países Bálticos, em plena ameaça de invasão pelas tropas bolchevistas da Rússia. Com um mês de vida, deixou o país com a família liderada pelo pai, o pastor Carlos Kraul, com destino à Colônia Varpa, em Nova Odessa, interior paulista. Conviveu na colônia leta, falando dois idiomas, até transferir-se como seminarista para estudar no Betel. Com pendores de missionária, acabou casando com Miranda Pinto e se tornou a maior cooperadora do marido na educação teológica e na ação social.
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